Quantos se perdem...
|
|

No horizonte nocturno,Na memória do que se gasta com o tempo.Dementes,se arrastamNada esperam, de nada fogem,Inertes ao ruidoQue as sombras fazem ao passsar.Sementes que já não brotamNo solo fétido por onde andam,Sobra-lhes a espera Num resguardo inútil,Num compasso castigadoQue escolheram como mestre.
por Ayra
0 Comentarios
â â
____________________